UnB tem mais de 150 cientistas entre os mais influentes. Veja lista

A Universidade de Brasília aparece no levantamento com dezenas de áreas de pesquisas, entre geociências, ecologia e nanobiotecnologia

Mais de 150 pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) estão apontados entre os 10 mil cientistas mais influentes da América Latina, segundo ranking internacional do Alper-Doger (AD) Scientific Index. Segundo o índice, a instituição é a quinta mais citada entre as federais, a 9ª no Brasil e a 12ª na América Latina.

A UnB ocupa o levantamento com dezenas de áreas de pesquisas, entre elas geociências, ecologia, nanobiotecnologia, educação física, antropologia, bioquímica, economia e arquitetura. O ranking utiliza um sistema de análise que se baseia no desempenho científico e na produtividade acadêmica dos pesquisadores.

Entre os pesquisadores reconhecidos estão Mercedes Bustamante, Sônia Báo, João Cláudio Todorov, Lícia Motta, Helena Shimizu e Isaac Roitman. O professor Maurício Gomes é líder em citações pela Universidade de Brasília. A classificação do docente abarcou os campos de ciências médicas e da saúde pública. O artigo mais popular dele mencionado na lista é sobre epidemiologia.

Veja aqui a lista dos professores citados na pesquisa.

A decana de Pesquisa e Inovação (DPI), Maria Emilia Walter, afirma que a presença da UnB no índice é um fator positivo para a projeção da instituição e avalia como o desempenho em ranking internacional desse tipo ajuda na visibilidade da instituição de ensino superior.

“É um reconhecimento do trabalho [dos pesquisadores da UnB] e são informações para a sociedade. Essa amostra não só da UnB, mas como de outras universidades públicas, federais e estaduais, tem pesquisadores influentes para o desenvolvimento do país”, menciona.

O decano Lúcio Rennó acrescenta: “Com esse aumento de visibilidade, a UnB passa a ser mais atraente, inclusive para colaborações e para vinda de estudantes de outras partes do Brasil e do mundo, contribuindo, dessa maneira, para a internacionalização e o fortalecimento nacional do nome da Universidade como uma instância importante de pesquisa e de pós-graduação”.

*Fonte: Metrópoles

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